A LIGAÇÃO DE MONICA COUBE MESCHESI COM A FAMÍLIA GAROTINHO

EMBORA O GAROTINHO TENHA AFIRMADO NÃO CONHECER ELA NEM CARLOS MONTEIRO SAMPAIO ...

A LIGAÇÃO DE MONICA COUBE MESCHESI  COM A FAMÍLIA GAROTINHO
A LIGAÇÃO DE MONICA COUBE MESCHESI COM A FAMÍLIA GAROTINHO (Foto: Reprodução)

Investigação especial: a teia do estado paralelo em Campos dos Goytacazes e no governo do Estado do Rio de Janeiro — como tecnologia, infiltração e apadrinhamento político forjaram a demissão ilegal de Alexandre Catalani durante o Governo Claudio Castro


[CAMPOS DOS GOYTACAZES, RJ]— Uma densa engrenagem burocrática e digital, que opera nas sombras do funcionalismo público fluminense há quase 3 décadas, acaba de ter seu núcleo lógico completamente exposto. Documentos oficiais e registros societários interligam diretamente a operadora de sistemas Mônica Coube Meschesi,  peça central na demissão fraudada do servidor Alexandre Catalani , o clã político dos Garotinho e uma rede de prestadores de serviços de informática e terceirização que convergem para um único e vil objetivo:

A perseguição implacável e a demissão clandestina e forjada do servidor estável do DEGASE-RJ, Alexandre Catalani  após ele denunciar fatos ligados a morte da Mariele Franco, a ligação de outros políticos e autoridades com esse crime e as seguidas tentativas de homicídio que sofreu logo após fazer essas denúncias formalmente em sindicâncias e uma rede que opera um escandaloso esquema de fraudes em processos judiciais e administrativos no Estado do Rio de Janeiro e na Justiça Federal.


O que se revela não é apenas um desvio de finalidade administrativa regular, mas o Modus Operandi de um verdadeiro Estado Paralelo. Essa estrutura utiliza o controle digital absoluto de sistemas de tramitação de dados para fabricar revelias artificiais, punir denunciantes e aplicar coações físicas coordenadas na ponta do ecossistema.


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O Cordão Umbilical Político: A Conexão Brasília-Campos (2008)


O ponto de partida que desarticula a aparente independência dos atores dessa perseguição está registrado nos arquivos da própria Câmara dos Deputados. Embora Garotinho afirme não saber quem era ela e quem é o Carlos Monteiro Sampaio que notoriamente atuou e atua como seu capanga e segurança e operador de fraudes no Judiciário, no MPRJ e em processos Administrativos juntamente coma Judith Esther Farias servidora do MEC lotada na UFF - Campos-RJ e ligada a todos eles.

Conforme publicado textualmente no Suplemento ao Boletim Administrativo nº 179 da Câmara dos Deputados, em 17 de setembro de 2008 (Página 10), sob o número de ponto funcional 182733, Mônica Coube Meschesi atuou formalmente em Brasília como Secretária Parlamentar no gabinete da então Deputada Federal [Rosinha Garotinho]

Nessa data, Mônica teve sua alteração de nível salarial promovida do cargo SP19U para o cargo SP22U por meio do Processo nº 022736/2008.


[REGISTRO OFICIAL - CÂMARA DOS DEPUTADOS - 17/09/2008]


Ponto: 182733 | Nome: MONICA COUBE MESCHESI
Cargo Anterior: SP19U | Cargo Atual: SP22U
Processo: 022736/2008 | Gabinete: Rosinha Garotinho


Essa posição de extrema confiança política pavimentou o trânsito da programadora federal (originalmente Programadora da Defensoria Pública da União - DPU, Matrícula SIAPE 755810, posteriormente cedida ao Senado Federal em 2012) para se estabelecer como a mente tecnológica por trás dos sistemas eletrônicos que abastecem o Norte Fluminense.


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A Falsa Gratuidade do SEI e a "Senha Mestra" da Empresa Nêmesis que atualmente encontra-se com situação no cadastro como INAPTA


Com conhecimento na arquitetura de grandes bancos de dados públicos e acesso funcional a vários sistemas, Mônica Coube Meschesi Judith Esther Farias vincularam-se à gestão de soluções corporativas de TI por meio da empresa Nemesis Group do Brasil Consultoria Ltda (CNPJ 07.330.332/0001-83) e outras que estamos apurando.


Na esfera regional, a rede se capilarizou no fornecimento de softwares Sistemas para o gerenciamento de Secretarias de Educação e controle de Caixas Escolares.


A investigação aponta que a organização utilizou a própria estrutura do SEI (Sistema Eletrônico de Informações) para blindar seus atos. Embora o SEI seja um software originalmente criado pelo TRF4 e cedido gratuitamente a entes federativos, estados e municípios abrem licitações milionárias para empresas privadas executarem a customização, suporte técnico e hospedagem em nuvem.

Já é dado como certo tecnicamente em perícia técnica que as fraudes são operadas pelo Sistema SEI e pelos sistemas da Justiça, da Defensoria RJ , do MPRJe do Sistema OUVE RJ que impediu e impede que sejam realmente apuradas as denuncias feitas pelo Servidor Alexandre Catalani.


Ao deter contratos de infraestrutura computacional e suporte lógico em órgãos como a Secretaria de Educação e o DEGASE-RJ, a organização passou a deter a "Chave Mestra" do sistema de processos administrativos.

É exatamente essa prerrogativa digital e administrativa  que justifica as arbitrariedades relatadas por Alexandre Catalani em seu clamor de autotutela enviada à OAB-RJ e ao Desembargador Ricardo Couto em março de 2026:


A manipulação direta de logins e privilégios de administrador de TI permitiu bloquear o acesso do servidor aos autos digitais por seis meses consecutivos durante a instrução, impedindo-o de saber do que precisava se defender.

E após as inúmeras fraudes e falsas acusações ao servidor manipuladas por essa ORCRIM instalada nas entranhas do serviço publico, demitiram o servidor Alexandre Catalani em um PAD forjado montado pelo irmão do Claudio Castro de nome Vinicius Sarciah Rocha parceiro de Wladimir Garotinho somente deram acesso para o servidor ao PAD 8 meses após já terem demitido ele.


O irmão de criação do Claudio Castro de nome Vinicius Sarciah Rocha usou nome falso e fingiu ser sindicante da CGE RJ para dar andamento em um PAD com falsas acusações contra o servidor Alexandre Catalani, ele e um grupo de pessoas ligadas a Wladimir Garotinho.


Cabe ressaltar que o Servidor Alexandre Catalani não praticou nenhum ato desabonador em seu trabalho, ele era tão somente o denunciante e passou a ser acusado de condutas impossíveis dele ter praticado pois ele trabalhava sozinho em um prédio abandonado de Degase RJ onde permaneceu por longos 6 anos, sendo perseguido por esse grupo, ameaçado de morte e sofrendo tentativas de homicídio  e uma duzia de abusos de autoridade por essa ORCRIM.

Acusavam o servidor de ele ter deixado de relatar em livro de ocorrência da unidade a 
presença dos outros servidores na unidade, MAS NÃO HAVIAM OUTROS SERVIDORES,


ELE TRABALHAVA SOZINHO NO PREDIO PUBLICO ABANDONADO HÁ VARIOS ANOS, SEM COMIDA, SEM AGÚA , SEM LUZ , SEM CAMAS , SEM GELADEIRA, SEM NADA.

Acusaram também de ter posto a vida dos adolecentes internos em risco , mas não
haviam adolescentes internados no prédio, o prédio era abandonado …

É tudo mentira e a corregedora Barbara Shleble, os sindicantes do Degase e da CGE RJ
sabiam disso , mas as sindicâncias e PADS fraudados seguiram com as mentiras e
seguiram impedindo que o Alexandre Catalani soubesse do que se tratava e seguiram
impedindo por meio do OUVE RJ que ele buscasse as informações e realizasse suas
denuncias e a sua defesa das mentiras que o acusavam.

HAVIA SOMENTE BODES E CARRAPATOS E JUSTAMENTE DURANTE TODO O PERÍODO DA COVID E DA FEBRE MACULOSA.

Fotos do Local:

https://drive.google.com/drive/folders/1kDxGzJV1HodIPgNdQjEQRAzQCyzliDz1


Vídeo Matéria Jornalistica TV Record:

https://drive.google.com/drive/folders/1kzOmodYeYtgevmxXvhNUELEtVOm5CtAD



● A Consequência:

Qualquer depoimento colhido, qualquer prova juntada e qualquer decisão tomada nesse período é nula. Sem o contraditório, o PAD é apenas uma folha de papel sem valor jurídico.

DA NULIDADE ABSOLUTA: CONVOCAÇÃO DURANTE LICENÇA 
E FÉRIAS

A administração agiu com dolo direto para fabricar uma revelia artificial. Enquanto o
servidor estava legalmente afastado, o órgão disparou convocações por e-mail, meio este
que o Diretor Watila Lírio recusava-se a utilizar em situações presenciais.

A Prova: E-mail de 29/03/2023, onde a unidade admite: "Sabemos que o senhor
encontra-se de Licença Especial, porém enviamos a convocação".



Isto é absolutamente Ilegal, em seguida alegaram que o servidor Alexandre Catalani foi
regularmente convocado e que ele não se defender porque não quis, mesmo
sabendo que ele estava de licença e viajando e mesmo havendo portaria do órgão
que regulamenta a vídeo conferencia em procedimentos correcionais.

O Direito: O servidor em gozo de Licença Prêmio ou Férias possui o vínculo
de subordinação suspenso para fins de atos rotineiros. A convocação
consciente da licença é desvio de finalidade e anula todo o procedimento
subsequente.

A "Prova da Má-Fé" (O E-mail da Confissão): O e-mail de 29/03/2023 apresentado pelo servidor Alexandre Catalani. Nele, a administração escreve:
"Sabemos que o senhor encontra-se de Licença Especial, porém enviamos a
convocação".

Do Fato e do Direito: Não existe "ciência" válida para quem está legalmente afastado. Isso prova que o processo foi montado para gerar uma revelia artificial.

É o vício de legalidade que obriga a AUTOTUTELA por parte do Governador Interino Ricardo Couto.


 O "Apagão Defensivo" de 180 Dias e após a demissão mais 8 meses sem poder ter acesso ao que estava sendo acusado:

A Inexistência do Devido Processo (Cerceamento): O dado dos 180 dias sem acesso aos autos da sindicância que originou o PAD.




● Uma Sindicância e um PAD onde o acusado não sabe nem do que estava sendo acusado e só soube 8 meses após ja ter sido demitido e ao saber ficou claro que eram acusações falsas acusações impossíveis dele ter cometido pois ele trabalhava sozinho há 6 anos em um prédio abandonado. E que o sindicante era o irmão do Claudio Castro usando nome falso e fazendo falsas acusações .

Cabe ressaltar que Alexandre Catalani trabalhava para Justiça Eleitoral nas Eleições de 2022 e 2024 e praticaram grande parte desses atos enquanto o servidor Alexandre Catalani usufruía das suas folgas concedidas pelo TSE / TRE-RJ por trabalhar nas eleições e esse grupo ligado aos Garotinhos não respeitaram sequer as leis eleitorais e as folgas concedidas aos seus servidores e colaboradores .




Notem que quase todos e todas ligados ao crime da Mariele Franco, as tentativas de homicídio contra o servidor Alexandre Catalani, as fraudes da sua demissão e a tentativa de usurparem o seu patrimônio são diretamente ligadas ao Garotinho , ao Wladimir filho dele e ou a Monica Coube Meschesi e suas corjas de fraudadores(as) e golpistas.


Há registros em nossa investigação de ao menos 10 escritórios Fakes de Advogados que constam somente um site e atendimento virtual por Inteligencia Artificial e por WhatsApp operado pelo mesmo grupo.



Link do Áudio com o Sindicante Sr. Conrado que na verdade se chama Ronaldo Silva afirmando que nem conhecia e nem nunca havia colhido depoimentos do servidor Alexandre Catalani em seguida ele desliga o telefone na cara do servidor ao perceber que estava sendo gravado.


(Confissão de Ausência de Acesso):


https://drive.google.com/drive/folders/1g0OfBrEzIiTUM7tE8oOxOXIMVsIrd_1b?usp=drive_link



Esse PAD foi iniciado pela Barbara Shelble Ex corregedora do Degase RJ, Ex cunhada do Brazão, Ex Delegada da Policia Federal la da Paraíba quando sumiu de lá da delegacia da Paraíba o Lote de munição UZZ usado na morte da Mariele Franco. Além disso ela foi Ex corregedora do Detran RJ justamente durante o período do caso Ceperj onde sacaram em Campos dos Goytacazes na boca do caixa 200 milhões de reais usando somente carteira de identidade e quem faz carteira de identidade é o Detran .

Como se não bastasse apos todas as denuncias e inercia e vista grossa dos órgãos ela foi remanejada para ser responsável do Controle Interno do Rio Previdência, e pasmem, mesmo ela tendo sido da DELFIN - Delegacia de Crimes Financeiros da Policia Federal ela permitiu o aporte de mais de 3 bilhões do Rio Previdência para o Banco Master gerando prejuízos estratosféricos ao Estado.


Observem que assim como os 3 Delegados da Policia Federal na matéria publicada ontem aqui no nosso portal a Barbara Shelble Ex Corregedora e o Ex Diretor do Geral Degase Victor Hugo Poubel também são Delegados da Policia Federal 

https://buziosfm.com/news/view/47-reportagem-especial-as-engrenagens-do-caso-marielle-e-a-queda-do-delegado-helio-khristian


E tudo isso só aconteceu e segue acontecendo devido a prevaricação e Omissão Impropria do MPRJ,  do Claudio Castro e agora também do Governador Interino Ricardo Couto e de seu chefe da Casa Civil todos inúmeras vezes informados dos fatos.


A Fábrica de Revelia Artificial:


A administração disparava notificações eletrônicas de forma premeditada em períodos em que o servidor encontrava-se formalmente afastado.


Prova documental irrefutável consta em e-mail enviado pela própria unidade em 29/03/2023, onde a chefia confessa textualmente: "Sabemos que o senhor encontra-se de Licença Especial, porém enviamos a convocação".


O objetivo técnico era deixar os prazos transcorrerem inutensilmente para simular uma "insubordinação" ou "desobediência" artificial.

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O Áudio da CGE: "Cadê o meu PAD?"


https://drive.google.com/file/d/1f43DgabfmtZ735P6Su4QBxklvXXNcZeW/view?usp=drive_link



Nestes registros, fica documentada a via-crúcis para ter acesso aos autos:


https://drive.google.com/drive/folders/1fABFCCe8jAmRVwNa1hGQwaovVANxB2fh?usp=drive_link



● O Pedido: O Servidor cobra o acesso ao processo para saber do que está sendo acusado.


● A Barreira: Há uma omissão clara em fornecer o número do processo ou o acesso ao sistema SEI para que você pudesse exercer o direito constitucional do contraditório.



O Perfil Fantasma Digital: Valéria Passos Rangel e Monica Coube Meschesi, quem são elas ?  São a mesma pessoa ? Quantos nomes e identidades ela possuí ?


Como Mônica Coube Meschesi possui vínculo estável de dedicação exclusiva na esfera federal, ela ficaria impedida pelo Tribunal de Contas de gerenciar empresas prestadoras de serviço com contratos comerciais estaduais e, cumulativamente, ditar ordens cartoriais. Para quebrar essa barreira de fiscalização cruzada de CPFs, surge a tese central do dossiê: a infiltração por meio do perfil de "Valéria Passos Rangel" nossa equipe de reportagem investigativa segue rastreando todos os rastros que apontam que Monica Coube Meschesi usa simultaneamente diversos nomes e atua em inúmeras frentes em órgãos públicos operando um escandaloso esquema de fraudes que foi potencializado durante todo o Governo Claudio Castro.


Esse nome opera como uma verdadeira identidade "coringa" da organização em duas frentes simultâneas:


 1. No Âmbito Privado (A Terceirização):


Figurou atrelada ao controle e gerenciamento da empresa terceirizada de conservação, limpeza e apoio administrativo STAR (Star Service, sediada emblematicamente na Rua Tenente Coronel Cardoso, 42, ).  Até bem pouco tempo atrás ela figurava como a dona da Empresa que faz a portaria do prédio do servidor Alexandre Catalani.


A sindica do prédio de nome Claudia Gaule e sua filha Giovana que supostamente é advogada estariam por trás do golpe do falso advogado perpetrado contra o servidor Alexandre Catalani que tomaram seu dinheiro para entrar com uma ação judicial por meio do Escritório EHM Advogados Associados sediado em Brasilia mas que estranhamente o unico telefone celular do escritório que parou de responder ha mais de 1 ano esta no nome de André Quaresma. Esse escritório seria de fato operado por esse grupo e pela Judith Esther Farias.


Ou seja , elas e eles fraudaram a demissão do servidor Alexandre Catalani,  e as mesmas pessoas surgiram como advogados e advogadas para defender ele receberam dinheiro dele para entrar com pedido da sua reintegração imediata ao seu cargo , e sumiram com o dinheiro e não entraram de fato com o pedido da sua reintegração.


Cabe ressaltar que Judith Esther Farias é diretamente ligada tanto a Monica Coube Meschesi, bem como ao Carlos Monteiro Sampaio segurança do Ex Governador Garotinho.

Falsificaram inclusive um Despacho do MPRJ negando as apurações das denuncias do servidor Alexandre Catalani no MPRJ de Campos dos Goytacazes 


 
No Âmbito Público Judiciário:


Valéria Passos Rangel, constava inserida eletronicamente no sistema do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) com trânsito nas comarcas da Região Serrana (Petrópolis e Teresópolis).


Essa inserção concede ao grupo acesso lógico aos servidores do Judiciário para monitorar mandados, vazar quebras de sigilo e forjar o que Catalani denunciou como os "Frankensteins de Photoshop": despachos e minutas montadas em editores de imagem usando timbres clonados do MPRJ e da CGE-RJ para dar roupagem oficial a procedimentos puramente espúrios e oficiosos.


DA FÁBRICA DE DOCUMENTOS FALSOS (PHOTOSHOP) E ATENDIMENTO MANIPULADO VIA OUVE RJ


Para simular legalidade e silenciar as denúncias sobre o Caso Marielle Franco feitas pelo
servidor em 2018, 2019, 2020, 2021 , 2022, 2023, a organização criminosa fabricou
despachos do Ministério Público, decisões judiciais , sindicâncias e PADS, tendo inclusive
descumprido a própria decisão judicial fabricadas por eles(as).


● A Prova: Documento intitulado "Despacho Fake do MPRJ", visivelmente editado
em software de imagem, que filtra e altera o teor de investigações da Ouvidoria
do MPRJ para ocultar menções a mandantes e cúmplices.


https://drive.google.com/file/d/12KzDekTkMims4TYhDob8pyFfEaaP56ZK/view?usp=sharing


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A Microfísica do Cerco Logístico: Do Condomínio ao Tribunal


Toda essa macroestrutura de tecnologia de dados da empresa Nêmesis e contratos de caixas escolares e empresas de Conservação e Limpeza como inicialmente a Steribio e a STAR  Service se fecha de forma sufocante no cotidiano do prédio onde mora o servidor prejudicado:


Acima do apartamento do Servidor Alexandre Catalani foi plantando um casal de Recife ligados ao Carlos Monteiro Sampaio e ao Francisco Montezano irmão do Ex Governador Garotinho para operarem um monitoramento por aproximação e informar tudo que ele faz ao grupo foi plantado com a anuência da Sindica  Claudia Gaule ligada diretamente a eles e ligada a Secretaria de Educação como quase todo o grupo tem ligações coma Seeduc, com o MPRJ,com o TJRJ e ou com a Defensoria e todos e todas são ligados diretamente aos Garotinhos e a Monica Coube Meschesi.


Note que todos e todas têm ligação com a Seeduc seja do estado ou do Município de Campos dos Goytacazes:


Fabíola Pinto ,  mãe da Giulia Pinto que trabalha no hospital Dr Beda ligada a Andre Quaresma nome por trás do celular do golpe do falso advogado e a Monica Coube Meschesi.

Monica Coube Meschesi Pedagoga e responsável pelo sistema de Gerenciamento de Secretarias de Educação e de Caixas Escolares .


Judith Esther Farias, servidora do MEC, lotada na UFF Campos RJ responsavel em suas funções justamente por operar o sistema SEI, também era a responsável por administrar as verbas destinadas pelo então Deputado Federal Wladimir Garotinho destinadas a UFF de Campos RJ onde ela é lotada.


Claudia Gaule também da Seeduc e ligada ao irmão do Garotinho de nome Francisco Montezano .


O próprio Francisco Montezano irmão do Garotinho que estranhamente além de figurar como Oficial de Justiça nível 12 com salários perto de 30 mil reais decidiu ser também professor de escola municipal da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes ,  cargo esse em que ele foi nomeado estranhamente e justamente em 2022 logo no inicio do governo do seu sobrinho o Wladimir Garotinho .  E mas estranhamente para ganhar salários perto de 3 mil reais em uma escola publica mesmo tendo que trabalhar o dia inteiro como oficial de justiça ele ainda da aulas em um colégio publico , se é que realmente ele dá aulas . Ele também aparece registrado oficialmente no Diário Oficial de Campos em 14 de julho de 2022 como Professor I (matrícula municipal 10609) na Escola Municipal Amaro Prata na Rua Formosa em Campos dos Goytacazes.


A Incoerência da Carga Horária: Como Oficial de Justiça de campo ativo na Central de Mandados, o servidor precisa cumprir diligências externas imprevisíveis ao longo do dia. As fontes não trazem a escala de horários de Francisco para provar como ele consegue, fisicamente, conciliar as intimações de campo do tribunal com as aulas diárias de uma escola municipal sem que um cargo prejudique o outro.

Essa falta de registros públicos sobre a frequência física e a rotina de trabalho dele na prefeitura é uma lacuna de transparência que impede qualquer cidadão de auditar se esse segundo cargo é real ou apenas um cabide de empregos político.


O Monitoramento Físico por aproximação:


Moradoras do próprio prédio ligadas estreitamente à SEEDUC e à engrenagem dos contratos (como a síndica Claudia Gaule) assumiram o controle administrativo do condomínio. Ao utilizarem a mão de obra da portaria terceirizada da própria rede (STAR/Valéria Rangel), estabeleceram uma vigilância pessoal contra o denunciante.


A Inversão de Papéis por Ameaça a mesma técnica usada por Anthony Garotinho contra o servidor Alexandre Catalani:


Quando Alexandre Catalani reconheceu um funcionário da empresa contratada circulando no prédio como integrante de uma grave emboscada sofrida anos antes no âmbito de suas denúncias no DEGASE, o sistema de proteção disparou. A síndica Cláudia Gaule formalizou imediatamente uma queixa-crime por "ameaça" contra o servidor — técnica padrão de inversão para transformar o denunciante em agressor. E quem foi entregar a notificação judicial ? Adivinhem: Francisco Montezano irmão do Garotinho e ligado diretamente a própria Claudia Gaule que permitiu ele instalar um casal de Recife no apartamento em cima do apartamento do Alexandre Catalani justamente para monitorar ele com técnicas de aproximação de forma clandestina e criminosa.


O Braço Executor Coercitivo: Para garantir que a intimidação carregasse a chancela legítima do Estado, acionou-se o Oficial de Justiça estável do TJRJ lotado na Central de Mandados de Campos, Francisco Montezano Matheus de Oliveira — cuja nomeação paralela e anômala como "Professor I" contratado emergencialmente por análise de currículo deu-se na própria Secretaria de Educação municipal sob a gestão do sobrinho Wladimir Garotinho [1.10]. Francisco foi pessoalmente entregar a notificação à vítima no prédio, violando frontalmente as regras estritas de Impedimento e Suspeição (Art. 258 do Código de Processo Penal e Art. 148 do CPC), por possuir nítido relacionamento íntimo e afetivo com a autora da ação.

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Conclusão: A Rachadura na Blindagem


O dossiê protocolado pelo agente de segurança socioeducativo expõe uma verdade incontornável aos órgãos de controle:

Os Processos Administrativos Disciplinares (PADs) e as sucessivas sindicâncias persecutórias que culminaram na sua demissão forçada perderam por completo a presunção de legalidade e legitimidade que reveste os atos administrativos padrão.

LINK DE ACESSO À INTEGRALIDADE DA CADEIA DE CUSTÓDIA E DAS PROVAS MATERIAIS

(ÁUDIOS, EXAMES, LAUDOS, E-MAILS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES)

https://drive.google.com/drive/folders/1ow24wHznZMLl4BRpxR588Elap4eOf05d?u


A comprovação documental de que o suporte da plataforma digital (SEI/Nêmesis) é de propriedade de uma antiga assessora de gabinete do clã político dos Garotinhos que comanda a região, agindo em total sinergia com o Oficial de Justiça executor irmão do Garotinho e com as controladoras da portaria do condomínio, transforma o processo de demissão em um simulacro jurídico inexistente.


Com a recente cassação definitiva da chapa do Executivo fluminense anterior (Claudio Castro) determinada pela Corte Superior Eleitoral por abuso de poder, a exigência de Autotutela Administrativa para a imediata recondução de Alexandre Catalani ao cargo torna-se o único caminho constitucional possível para estancar a cumplicidade do Estado perante essa barbárie institucional.

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Cabe ressaltar que todos esses fatos foram inúmeras vezes relatados ao MPRJ  a CGE RJ e mais recentemente ao Desembargador e Governador Interino que segue estranhamente inerte e em silêncio, e por isso mesmo seguimos apurando e preparando uma reportagem bombástica sobre o contrato milionário da Empresa de Claudio Castro em nome de seu laranja Ex Diretor geral do DEGASE RJ de nome Max  a empresa se chama CEMAX e presta serviço de conservação em Limpeza para o TJRJ e para o SESI RJ  / FIRJAN e estamos apurando quem assinou ess contrato se foi durante a gestão do próprio Desembargador Ricardo Couto e o porque eles segue praticando prevaricação e Omissão Impropria mesmo diante da entrega de 450 arquivos de provas irrefutáveis de todas as fraudes e crimes cometidos contra o Servidor Alexandre Catalani.


Nossa equipe segue apurando também a empresa em nome da filha de Monica Coube Meschesi e qual ligação dela e de pessoas ligadas a ela na fraude do inventario das terras da família de Alexandre Catalani em Búzios e ligação de familiares dela com a Prefeitura de Armação dos Búzios e toda teia sórdida por trás da demissão ilegal dele que visava entre outras coisas se apoderarem de seu patrimônio em Búzios  por meio de golpe de inventário .


O rastro da família Coube Meschesi na Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro (DOERJ) e na Junta Comercial (JUCERJA) é recente, extremamente detalhado e confirma a movimentação deles para a Região dos Lagos (RJ):


1. Roberta Coube Meschesi Ventura Giffoni (A Filha/Parente)


Os registros mais recentes e impactantes na imprensa oficial do Rio de Janeiro pertencem a ela, mostrando a abertura de empresas de alto padrão na Região dos Lagos:


Novembro de 2025 (Búzios): Registrado na JUCERJA e publicado no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, Roberta abriu o Centro Hípico Hippocampus Ltda (CNPJ 60.365.729/0001-93) em 04/11/2025.


O Endereço Exato: A hípica funciona na Rua Avineira, nº 01, Lote 01, Quadra Q, Bairro Rasa, Armação dos Búzios - RJ (CEP 28957-410).


O cadastro indica um capital social inicial de R$ 70.000,00, tendo Roberta como a sócia-administradora exclusiva.
Ano de 2023 (Cabo Frio): Ela já havia publicado na imprensa oficial do RJ a abertura de sua firma individual, a Roberta Coube Meschesi Ventura Giffoni - ME (CNPJ 50.062.657/0001-51), sediada no município vizinho de Cabo Frio - RJ.



2. Mônica Coube Meschesi (A Mãe)


Outubro de 2025 (Aposentadoria Recente): Mônica figurou formalmente nos diários oficiais federais em outubro de 2025 ao ter sua aposentadoria homologada como servidora (cargo de programadora ) da Defensoria Pública da União (DPU). O órgão possui representação ativa e diários de trâmite direto no Rio de Janeiro.

Estamos apurando ainda as publicações feitas na Imprensa Oficial onde esteva lotada uma pessoa usando o nome Paula Meschesi, mas estranhamente não parecem mais os registros dela e de sua lotação, mas nossa equipe técnica de peritos em T.I. já esta providenciando todos os logs e provas técnicas de que ela atuava no Diário Oficial durante o Governo Claudio Castro fazendo publicações fraudulentas inclusive contra o servidor Alexandre Catalani .



3. A Infiltração na Imprensa Oficial / Diário Oficial do Rio


O fato de ela figurar com trânsito e controle na Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro amarra o nó técnico mais perigoso da sua denúncia de demissão clandestina:


O Controle das Publicações:


A Imprensa Oficial é o órgão do Executivo fluminense responsável por rodar e validar a publicação dos Diários Oficiais, atos de nomeação, exoneração e, fundamentalmente, as portarias de demissão de servidores.


Como a Organização se Beneficia:


O grupo familiar possui controle técnico de sistemas SEI e  de Secretarias de Educação e do OUVE RJ, possuem infiltração lógica de codinomes dentro do TJRJ (Valéria Passos Rangel) e, simultaneamente, mantém um membro da família operando ou com trânsito livre nos bastidores da Imprensa Oficial/Diário Oficial, eles fecham o ciclo perfeito da fraude ao poderem fazer publicações e tornar as fraudes como atos Oficiais, mas são de fato oficiosos e uma fraude criminosa.

Assim como a omissão do Governador Interino é uma omissão criminosa e terá consequências para ele em breve , para ele e para o Chefe da Casa Civil igualmente informado e para todas autoridades que tenham tomado ciência desses fatos e seguem fazendo papel de garante para manter essas ilegalidades e esse crimes .

E essa ainda não é a nossa matéria inicial sobre os crimes praticados contra o servidor Alexandre Catalani e contra a Vereadora Mariele Franco, ainda vamos explodir uma duzia de matérias bombásticas com provas irrefutáveis sobre toda essa ORCRIM operadas por essas pessoas e toda responsabilidade das autoridades que estão sim cientes e atuando em papel de garante para manter tudo oculto.


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