A SURUBA MAÇONICA COM DROGAS NA CASA MADAME SATÃ BANCADA COM DINHEIRO PUBLICO ROUBADO É AUTO EXPLICÁVEL

AUTORIDADES JULGADORAS E JULGADOS JUNTOS EM UMA SURUBA COM NOVINHAS MENORES DE IDADE E MODELOS ESTRANGEIRAS

A SURUBA MAÇONICA COM DROGAS NA CASA MADAME SATÃ BANCADA COM DINHEIRO PUBLICO ROUBADO É AUTO EXPLICÁVEL
A SURUBA MAÇONICA COM DROGAS NA CASA MADAME SATÃ BANCADA COM DINHEIRO PUBLICO ROUBADO É AUTO EXPLICÁVEL (Foto: Reprodução)

DOSSIÊ EXCLUSIVO: Denúncia Detalha Complexa Teia Criminosa Envolvendo o Caso Marielle Franco, Fraudes no DEGASE, Disputas de Terras e Desvios Previdenciários no Estado do Rio ,  o Caso Master e como a Maçonaria corrompeu e corrompe o Estado Brasileiro .


Um conjunto minucioso de acusações apresentado por um ex-servidor público do Estado do Rio de Janeiro correlaciona os bastidores do assassinato da vereadora a uma rede de influência política, fraudes em processos administrativos, interferências em órgãos de segurança e esquemas de blindagem com verbas públicas.


Foi relatado pelo servidor que também é ligado a  organismos internacionais como Observador no país que esta tudo dominado pelo crime organizado chefiado por membros da Maçonaria  no Brasil .  A OAB-RJ, Governadores, Ministérios Públicos, Policias, Tribunais Superiores a mais alta corte ,  políticos , todos fazem parte de um grandioso mecanismo de roubo do erário publico e de cometimento e acobertamento de crimes .


Os relatos e provas estão em posse de organismos internacionais que consideram a possibilidade de intervenção no Brasil devido a cooptação de autoridades  da mais alta hierarquia do pais por membros de Organizações Criminosas Ligadas a Maçonaria, ao PCC e ao Comando Vermelho, que já estão qualificadas como grupos terroristas .


O denunciante é reconhecido mundialmente  como um dos maiores especialistas  em Criptografia  e Defesa Cibernética de Estado responsável por inúmeras pericias e acessos a dados criptografados e responsável por revelar provas ocultas em inúmeros dispositivos criptografados e em nuvens .  O material que tivemos acesso é amplo técnico e mostra de forma inequívoca um sofisticado esquema de corrupção e pagamentos vultuosos a inúmeras autoridades no país responsáveis por casos de violações de direitos humanos  de repercussão internacional  como o Caso da Marielle Franco , o caso da chacina na Favela do  Complexo do Alemão, e o caso do servidor do DEGASE RJ Alexandre Catalani , demitido apos revelar fatos ligados a morte da Mariele Franco que apontam uma rede de impunidade e cooptação de autoridades por meio de pagamentos na casa das centenas de milhões de reais . Todos sendo apurados por organismos internacionais de violações aos direitos humanos no país .


O Brasil é inexplicável ,  as mais altas autoridades do país receberam centenas de milhões de reais e inúmeras vantagens e regalias de investigados , concentradores de bilhões de reais roubados da administração publica e de lavagem de dinheiro de grupos terroristas para manter todos impunes .


Qualificado no relatório internacional como um país com a justiça , a politica e as policias cooptadas por uma ORCRIM MAÇÔNICA  que comanda todo crime organizado no país inclusive as duas facções criminosas qualificadas como organizações terroristas são subordinados a ORCRIM MAÇÔNICA que domina todas as esferas do poder do país .


Uma situação alarmante na véspera das eleições Presidenciais no país , as noticias e provas de que as mais altas autoridades do pais que também são todos da  MAÇONARIA  mas que se escondem atrás de Bíblias como evangélicos, cristãos , foram surpreendidos com um arsenal de provas levantado por peritos que apontam absurdos.


Autoridades que se apresentam como baluartes da moralidade e evangélicos participando de surubas com menores de idade e modelos estrangeiras , 20 autoridades e 120 prostitutas  em uma casa chamada MADAME SATÃ , MOSTRA A HIPOCRISIA DE UMA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA CHAMADA MAÇONARIA e como eles corrompem tudo e todos  no pais da corrupção, das fraudes e das drogas .


O relatório entregue a Organismos internacionais e Fundações de Proteção a Direitos Humanos é avassalador e recheado de provas incontestáveis que irão levar dezenas de autoridades para cadeia .   Esta sendo considerado a possibilidade de intervenção internacional no país que comprovadamente esta refém da corrupção e do crime organizado e que é de fato organizado pela Maçonaria e seus poderosos membros .




---


1. As Origens do Crime, Estrutura Político-Policial e o Treinamento do Comando


De acordo com o relato apresentado pelo denunciante, a execução da vereadora Marielle Franco teria sido articulada no âmbito de uma organização de caráter maçônico e político, utilizando a família Brazão como anteparo nas negociações. Segundo o documento, o ex-policial militar Ronnie Lessa figurava como homem de confiança de Anthony Garotinho e do ex-chefe de Polícia Civil Álvaro Lins desde a época em que Lessa atuava na Polícia Civil sob a gestão de Garotinho na Secretaria de Segurança Pública.


A denúncia aponta que a transição de Lessa para a segurança privada do contraventor Rogério Andrade — apontado no texto como sócio de Garotinho em operações ilegais — deu origem à estrutura investigada na Operação Segurança S/A, considerada o alicerce do modelo miliciano atual.


O dossiê acrescenta ainda que os executores do homicídio de Marielle teriam realizado treinamentos de tiro semanas antes do crime em um sítio localizado em Campos dos Goytacazes. O bombeiro Maxswuell Simões, conhecido como "Suel", também é citado como elemento ligado a Garotinho e diretamente envolvido na logística da execução.


---


2. Interferências na Polícia Federal e Apagão de Câmeras no Rio


O texto detalha supostas ações para obstar e viciar as apurações sobre o assassinato:


Vazamentos na PF:  O delegado federal Felício Laterça (de Macaé) e o delegado Hélio Kristihan são acusados de atuar para atrapalhar as investigações. Laterça é apontado pelo denunciante como responsável por repassar informações sigilosas da Polícia Federal a Anthony Garotinho.


Desativação do Monitoramento:  Durante a gestão do prefeito Marcelo Crivella, as câmeras do Centro de Operações do Rio (herdadas dos Jogos Olímpicos de 2016) no entorno do local do crime teriam sido deliberadamente desligadas dias antes do homicídio. A ação é atribuída a um policial civil lotado na Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos, que posteriormente foi candidato a vereador em Magé e possui laços políticos com a família Garotinho.


---


3. A Disputa Territorial em Jacarepaguá e o Cenário Eleitoral de 2018



A motivação central do crime, segundo o dossiê, envolveu disputas imobiliárias e interesses eleitorais diretos:


O Terreno em Jacarepaguá:  A área em litígio na Zona Oeste do Rio foi adquirida durante o governo Garotinho por R$ 500 mil pelo empresário Pedro Ongarato, de Campos dos Goytacazes (apontado como ex-testa de ferro do ex-governador). Em seguida, o imóvel foi repassado a uma empresa que detinha uma dívida tributária de R$ 52 milhões com o Estado, numa tentativa de abater o débito junto ao Fisco estadual.

A transação foi suspensa pela Justiça, gerando um impasse jurídico de cerca de 30 anos. A família Brazão pretendia utilizar o terreno para a construção de condomínios de luxo, enquanto Marielle Franco defendia a destinação da área para a construção de habitações populares.


Contexto Eleitoral de 2018:  Entre 2017 e 2018, em meio a prisões do casal Anthony e Rosinha Garotinho, a prioridade do grupo era a eleição de seus filhos Wladimir e Clarissa Garotinho para a Câmara dos Deputados. Marielle Franco, cotada para disputar uma vaga de deputada federal, representava uma ameaça direta ao nicho eleitoral voltado aos direitos humanos e projetos assistenciais (como os Restaurantes Populares), historicamente controlado pelo grupo. Nas eleições de 2018, Clarissa Garotinho reelegeu-se com uma margem estreita de apenas 0,4% dos votos, o que, segundo o relato, confirma o impacto que a candidatura de Marielle teria sobre aquele eleitorado.


Rivalidade Histórica:  Clarissa Garotinho, então secretária municipal de Direitos Humanos, é apontada como a principal rival política de Marielle no setor, com divergências acumuladas desde o período em que Marielle atuava como assessora do ex-deputado Marcelo Freixo na CPI das Milícias.


---


4. Articulação Política na ALERJ e a Vaga no TCE


A denúncia sustenta que lideranças políticas em ascensão — entre elas Cláudio Castro (então vereador e ex-assessor da ALERJ), Wladimir Garotinho (então assessor de Bruno Dauaire) e o senador Flávio Bolsonaro — teriam articulado movimentações para desgastar a família Brazão e redistribuir o poder político no estado.
Nesse contexto, Cláudio Castro almejava ocupar uma cadeira de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), vaga disputada no cenário dominado pelos Brazão.


---


5. Denúncias no DEGASE, Perseguição Administrativa e Fraudes Processuais



O autor do relato afirma ter identificado as conexões do crime no próprio dia do assassinato de Marielle Franco, em razão da participação indireta de um servidor do DEGASE em Macaé. Ao formalizar denúncias junto à Corregedoria do órgão e à Controladoria-Geral do Estado (CGE-RJ), o denunciante passou a ser alvo de retaliações:



Sindicâncias e PADs Forjados:  Instauração de Processos Administrativos Disciplinares (PADs) sem garantia de ampla defesa, culminando em sua demissão ilegal.


Uso de Nomes Falsos:  O irmão de criação de Cláudio Castro, Vinícius Sarciá Rocha, teria utilizado a falsa identidade de "Carlos Frederico" para dar andamento às falsas acusações administrativas na CGE-RJ contra o servidor Alexandre Catalani.


Alexandre Catalani relatava os verdadeiros motivos e outros envolvidos nesse crime da Mariele Franco , na morte de um Auditor da CGE RJ e em crimes cometidos contra ele.



Agentes Envolvidos: A perseguição administrativa contou com a participação de Mônica Coube Meschesi (ex-assessora de Rosinha Garotinho), da advogada Ana Carolina Palma de Araújo (apontada como falsa defensora pública e sobrinha do ex-chefe de Polícia Civil Rivaldo Barbosa) ela usa o nome da prima que de fato era Defensora Publica e de Carlos Monteiro Sampaio (segurança de Garotinho).



Obstrução de Defesa: O servidor Ricardo Freitas — irmão do policial federal Felipe Freitas (lotado na inteligência da PF e ex-braço direito de Alexandre Ramagem na ABIN) — teria recebido um pen drive contendo 135 arquivos de provas entregues pelo denunciante, desconsiderando o material e encaminhando o processo para o desligamento sumário do servidor.


---


6. Falsificação de Documentos Cartorários e Tentativas de Homicídio


O dossiê relata a ocorrência de crimes contra o patrimônio do denunciante e atentados contra a sua vida ao longo de oito anos:


Usurpação Patrimonial:  Bruno Dauaire, Wladimir Garotinho, Ana Carolina Palma de Araújo, Mônica Coube Meschesi , "Judith Esther Farias", servidora do MEC na UFF em Campos) e Felipe Venâncio teriam forjado escrituras, certidões de óbito de pais do denunciante (que estavam vivos) e processos de inventário.

O objetivo era e é se apoderar de terras e imóveis pertencentes ao denunciante nos municípios de Búzios, Campos dos Goytacazes, Rio das Ostras e Niterói.


Ameaças à Vida: O denunciante relata ter sofrido três tentativas de homicídio, episódios de intoxicação provocado e aplicação de golpes por falsos advogados para impedir o acesso aos processos judiciais.


Tentativa de Prisão e Arquivamento: Após confrontar Anthony Garotinho, este, juntamente com Mônica Coube Meschesi e Ana Carolina Palma de Araújo, tentou obter a prisão preventiva do denunciante.


Os pedidos foram negados por sucessivos magistrados, resultando nesta semana no  arquivamento do caso.


O denunciante entregou um acervo de 450 arquivos com provas em uma delegacia em Campos dos Goytacazes — na presença de um agente de inteligência policial e do irmão do bombeiro Suel —, mas afirma que nem a Polícia Civil nem o Ministério Público estadual deram andamento às investigações.


---


7. O Esquema de Identidades Múltiplas e o Escândalo DETRAN/CEPERJ


A peça de denúncia aponta o uso de múltiplas identidades por agentes do grupo para transitar por órgãos estaduais de fiscalização:


A Figura de "Bárbara Shelble": O nome "Bárbara Shelble" é descrito como uma identidade compartilhada por Mônica Coube Meschesi (que também teria usado o nome "Valéria Passos Rangel" no TJRJ em Petrópolis).


Essa pessoa é apontada como ex-cunhada da família Brazão e ex-delegada da Polícia Federal na Paraíba na época em que desapareceu daquela unidade um lote de munições calibre 9mm (pertencente ao lote UZZ) utilizado na execução de Marielle.



Atuação no DETRAN e CEPERJ: Durante o governo Cláudio Castro, a mesma identidade assumiu a Corregedoria do DETRAN-RJ na época do escândalo da CEPERJ — período em que foram sacados R$ 200 milhões em espécie na agência do Bradesco em Campos dos Goytacazes mediante o uso de carteiras de identidade falsas emitida pelo próprio órgão.


Intervenção no DEGASE: Posteriormente, a mesma figura foi nomeada corregedora do DEGASE, nomeando o parente Wátila Mendes Lírio como diretor da unidade onde o denunciante trabalhava, promovendo a suspensão ilegal de seus vencimentos por 10 meses.


---


8. Desvios no RioPrevidência, Banco Master e Cooptação Institucional


A denúncia estende as acusações para o sistema financeiro estadual, apontando uma rede de blindagem judicial alimentada por fundos previdenciários:


Transferência Bilionária:  A figura sob o nome de Bárbara Shelble foi guindada ao cargo de responsável pelo Controle Interno do RioPrevidência.


Nessa função, por ordem de Cláudio Castro e seu irmão, liberou a transferência de mais de R$ 3 bilhões do fundo previdenciário para o Banco Master.


Origem do Método Financeiro:  Segundo o texto, a metodologia de desvio de fundos de pensão teve origem em 2013 no fundo Previ-Campos, quando Anthony Garotinho teria direcionado R$ 500 milhões para empreendimentos ligados à família Vorcaro (incluindo as obras do Hotel Tulip em Belo Horizonte e do Hotel Trump na Barra da Tijuca).


Distribuição de Verbas e Neutralização de Investigadores: O Banco Master é acusado de atuar como operador de repasses para escritórios de advocacia de familiares e pessoas próximas de autoridades do Supremo Tribunal Federal (STF), da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal responsáveis pelas investigações do caso Marielle Franco e das denúncias contra o governo estadual.


Alegações de Irregularidades Diretas:  O dossiê cita expressamente a destinação de R$ 129 milhões ao escritório ligado à família do ministro Alexandre de Moraes, um contrato de R$ 300 milhões firmado com pessoa ligada à direção da Polícia Federal, além de custeio de viagens e eventos para membros da PGR.


Transição na PF e Ministério da Justiça: O texto afirma que o ex-ministro da Justiça Flávio Dino tomou conhecimento da totalidade do esquema, mas teve o processo interrompido ao ser nomeado para o STF, transferindo a condução do caso ao diretor-geral Andrei Rodrigues.

Considerações Finais


O autor do dossiê critica a postura do Poder Judiciário em determinar o arquivamento das representações e denúncias apresentadas, atribuindo a decisão ao receio das autoridades diante do volume de provas e do alcance político dos envolvidos. O denunciante reafirma a existência dos 450 arquivos comprobatórios entregues às autoridades de fiscalização e sustenta que novos desdobramentos nas instâncias superiores exporão a extensão do esquema apontado.  Ele critica também a inercia e omissão impropria do Governador Interino Ricardo Couto, que também é Presidente do TJRJ,  e do Chefe do MPRJ , que mesmo diante da entrega de centenas de provas e relatos que apontam um esquema sistêmico de fraudes em processos judiciais e e administrativos comandado por Garotinho e por Claudio Castro  e que inclusive um dos motivos da briga entre eles seria o direito de operar o esquema durante o governo do Claudio Castro , esse esquema existe desde o Governo Garotinho no inicio dos anos 2000 .

💡 Próximos Passos na Investigação: Diante da inércia em instâncias estaduais e Federais, o material probatório foi encaminhado a Fundações de Direitos Humanos e Organismos Internacionais para análise de medidas legais cabíveis e para a responsabilização do Estado Brasileiro por omissão e conivência com atividades criminosas inclusive ligadas a grupos qualificados como terroristas lavando dinheiro para esses grupos e corrompendo autoridades com dinheiro de origem criminosa.



A Redenet de Comunicação em nome dos organismos internacionais que apuram os fatos se põe a disposição para publicar a versão dos fatos de todos os citados nessa matéria , pois procurados ninguém respondeu , nem para apurar os fatos nem para declararem suas versões.

Comentários (0)

Fale Conosco