NÃO HÁ ESPAÇO NA GLORIOSA POLICIA CIVIL PARA MEMBROS DA CORPORAÇÃO ENVOLVIDOS COM CRIMES

Em Campos temos alguns desses casos fazendo papel de garante pro Wladimir Garotinho cometer seus crimes

NÃO HÁ ESPAÇO NA GLORIOSA POLICIA CIVIL PARA MEMBROS DA CORPORAÇÃO ENVOLVIDOS COM CRIMES
NÃO HÁ ESPAÇO NA GLORIOSA POLICIA CIVIL PARA MEMBROS DA CORPORAÇÃO ENVOLVIDOS COM CRIMES (Foto: Reprodução)

A Policia Civil não deveria e não deve manter em seus quadros policiais ligados ao Suel e ao Rivaldo Barbosa de Araújo e ao Wladimir Garotinho, fazendo papel de garante para que o Wladimir persiga servidores, fraude demissões, falsifique documentos e procedimentos na justiça e no sistema da policia civil  e depois se faça de vitima  de ameaçado..  


Não pode se esperar muita coisa de um Estado que está indo para o Sétimo Governador preso, com 5 chefes de policia civil presos e dois chefes de Ministério Publico também presos ...


É chegada a hora desse  assassinozinho safado que gosta de prejudicar os outros, tirar emprego dos outros, surripiar patrimônio dos outros , praticar corrupção de forma massiva ter o que merece.. tic tac tic tac tic tac


E ele faz isso tudo tendo membros da Policia Civil e servidores do MPRJ de Campos dos Goytacazes  que recebem suas mesadinhas pagas por ele, fazendo papel de garante para o seu cometimento de crimes .
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Mas posso afirmar que nas próximas semanas vai dar muito ruim para todos eles .


🚨 SEGURANÇA PÚBLICA | A prisão de ex-chefes da Polícia Civil do Rio de Janeiro voltou a colocar em evidência o histórico de investigações contra antigos dirigentes da corporação. Desde 2008, pelo menos cinco delegados que ocuparam o comando da instituição foram envolvidos em operações policiais e processos judiciais relacionados a suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e vínculos com organizações criminosas.


Entre os nomes estão Marcus Amim, Rivaldo Barbosa, Allan Turnowski, Álvaro Lins e Ricardo Hallak. Os casos ocorreram em diferentes períodos e apresentam situações judiciais distintas, que vão de investigações ainda em andamento a condenações criminais.


As acusações também revelam a diversidade dos esquemas investigados. Enquanto alguns ex-dirigentes foram associados ao recebimento de propina de contraventores, outros tiveram seus nomes relacionados a organizações suspeitas de utilizar estruturas empresariais para movimentar recursos ilícitos.


Marcus Amim e Rivaldo Barbosa


Marcus Amim é investigado pela Polícia Federal por suspeita de integrar uma organização criminosa armada que teria utilizado postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio para lavar dinheiro.
Segundo a PF, o esquema envolveria agentes públicos e conexões políticas destinadas a favorecer as atividades do grupo.


A investigação busca esclarecer a participação dos envolvidos e a movimentação financeira atribuída à organização.


Outro caso é o de Rivaldo Barbosa, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em fevereiro de 2026, a 18 anos de prisão pelos crimes de corrupção e obstrução à Justiça. A decisão também determinou a perda de sua função pública.


Allan Turnowski e Álvaro Lins


Allan Turnowski, que deixou o comando da Polícia Civil para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados pelo PL, também foi alvo de investigação. Segundo as apurações, ele teria recebido propina ligada ao jogo do bicho e participado de um plano para assassinar o contraventor Rogério Andrade.


Turnowski chegou a ser preso, mas foi libertado menos de um mês depois por decisão do ministro Nunes Marques, do STF.

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