O PERITO ALEXANDRE CATALANI DESVENDOU A MAIOR REDE DE LAVAGENS DE CAPITAIS EM CRIPTOATIVOS NO BRASIL
Tivemos acesso ao laudo pericial de 3 anos de investigação produzido em colaboração para o IC3 do FBI e para Policia Federal
14/10/2026 23:10
| Atualizado há 2 Semanas atrás
Alexandre Catalani mais uma vez surpreende a todos e nos trás com clareza os detalhes de um grandioso esquema de lavagens de capitais oriundos da corrupção do Estado do Rio de Janeiro , de São Paulo e também oriundos de Campos dos Goytacazes via Seed Capital com sede em Del Castilho no Rio de Janeiro braço operacional da lavagem de dinheiro desviado por Wladimir Garotinho e o pai daquela Prefeitura, e de facções criminosas como o PCC e Comando Vermelho.
Um sofisticado esquema de lavagem com cripto moedas operados por integrantes da Plataforma Dexscreener e colaboradores, a mais renomada internacionalmente, que tem brasileiros como os criadores e operadores da plataforma .
Nossa reportagem investigativa especializada tentou contato com os responsáveis mas até o fechamento desta matéria não responderam ao nosso contato, informamos que o laudo principal não pode ser publicado, somente a minuta, e que como se trata de provas técnicas imutáveis em blockchain esses dados contidos na minuta não atrapalham em nada a investigação pois ja esta tudo identificado e confirmado e os autores e responsáveis também identificados e suas responsabilidades civis e criminais ja determinadas.
A Redenet de Comunicação esta disponível para publicar quaisquer informações contrarias dos citados nesta minuta do Laudo e que o laudo principal não tivemos acesso e foram encaminhados ao IC3 do FBI e a Policia Federal pelo Perito autor do Laudo.
LAUDO DE PERÍCIA FORENSE COMPUTACIONAL E ANÁLISE
DE BLOCKCHAIN
ASSUNTO: Investigação de Fraude Tecnológica Estruturada, Indução ao Erro e
Lavagem de Capitais
ALVOS PRINCIPAIS: DEX Screener, Inc. (e seus Fundadores/Operadores)
REDES MONITORADAS: Robinhood Chain, Ethereum, Binance Smart Chain
(BSC), Solana
PERITO RESPONSÁVEL: Alexandre Catalani (Desenvolvedor Blockchain e Perito
Computacional)
DESTINATÁRIOS: Unidade de Repressão a Crimes Envolvendo Ativos Virtuais
(URCV/PF) e Internet Crime Complaint Center (IC3/FBI)
1. SUMÁRIO EXECUTIVO
O presente documento consolida os achados técnicos de uma investigação forense
realizada ao longo de meses, culminando na coleta de evidências materiais em
tempo real no dia 14 de outubro de 2026.
A investigação aponta para a existência de uma Organização Criminosa (ORCRIM)
de caráter transnacional que utiliza a infraestrutura de dados da plataforma DEX
Screener para operar um esquema em larga escala de criação de ativos digitais
fraudulentos (Honeypots de Taxa Dinâmica e Bloqueio de Transferência).
Diferente de fraudes isoladas praticadas por terceiros, as evidências de assimetria
algorítmica e manipulação de interface gráfica (front-end) sugerem a conivência
direta ou operação por parte de agentes com privilégios administrativos dentro da
própria plataforma.
O esquema movimentou milhões de dólares em curtíssimos
intervalos de tempo, utilizando técnicas de ofuscamento de código para ocultar
riscos enquanto induz milhares de investidores globais ao erro.
2. QUALIFICAÇÃO DOS ALVOS OPERACIONAIS E
CORPORATIVOS
Para fins de persecução penal e expedição de mandados de quebra de sigilo e
cooperação internacional (MLAT), qualificam-se as seguintes entidades e indivíduos
identificados por técnicas de inteligência de fontes abertas (OSINT):
● Entidade Corporativa: DEX Screener, Inc., registrada sob as leis dos
Estados Unidos (com sedes fiscais e fluxos associados em jurisdições como
Miami/Flórida e Austin/Texas).
● Liderança Executiva (CEO): Andreas Diegues, cofundador e operador
principalizado a partir de São Paulo/SP, Brasil. Responsável pela gestão
estratégica e comercial.
● Liderança Técnica (CTO): Alexandre Bini, cofundador e arquiteto do
sistema, graduado e com histórico profissional associado ao polo tecnológico
de São Carlos/SP, Brasil. Responsável pelo controle do código-fonte, APIs e
infraestrutura de servidores em nuvem.
● Núcleo Técnico e Administrativo Apoiador (Alvos para Intimação de
Logs):
○ Izabeli Olechna (Senior Accounting Manager - Gestão
Contábil/Financeira).
○ Kirill Agalakov (Senior Software Developer - Infraestrutura de Código).
○ Igor Alekseev (Full Stack Developer - Desenvolvimento de Interface).
○ Adriano Tadao (Software Developer - Integração de Sistemas).
3. MODUS OPERANDI: O MECANISMO TÉCNICO DA FRAUDE
A operação criminosa estrutura-se em um ciclo fechado composto por três fases
técnicas distintas, automatizadas por meio de uma fábrica de contratos (Token
Factory):
Fase 1: Criação e Ocultação de Código (Static Analysis Bypass)
Os operadores realizam o deploy (implantação) de um contrato inteligente cujo
código-fonte não é verificado publicamente na blockchain (Código Fechado /
Black-box).
O contrato é programado com funções de taxas de compra (Buy Tax) e
venda (Sell Tax) dinâmicas ou atreladas a variáveis mutáveis via proxy controladas
estritamente pela carteira do criador (deployer).
Fase 2: Indução ao Erro e Assimetria de Interface
Ao indexar o token, a interface da plataforma DEX Screener exibe para o público
investidor um indicador visual de segurança favorável (Selo Verde / "No Issues").
Embora o sistema de auditoria parceiro classifique as taxas como "Unknown"
(Desconhecidas), a plataforma emite um sinal geral de conformidade.
O investidor é induzido a acreditar que a ausência de um alerta explícito equivale à
segurança do ativo. Contudo, em contratos legítimos de terceiros que apresentam o
mesmo comportamento de código fechado, a plataforma aplica imediatamente um
alerta rígido de risco (Bandeira Vermelha / "Open source: No").
Essa assimetria prova a seletividade deliberada dos filtros para proteger os tokens do esquema.
Fase 3: Aprisionamento de Liquidez e Efeito "Foguete"
Uma vez que o investidor injeta capital no ativo, o contrato inteligente altera a taxa
de venda real para parâmetros extorsivos (entre 99% e 100%) ou bloqueia a função
de transferência (transfer / transferFrom) para qualquer endereço que não conste
em uma lista de permissões administrativas (whitelist).
Como as vítimas estão impedidas de vender ou transferir seus saldos, o histórico de
transações registra quase que exclusivamente ordens de compra (Buys).
O algoritmo gráfico interpreta isso como uma pressão compradora massiva, fazendo o
valor de mercado (Market Cap) disparar exponencialmente ("subir como um
foguete"), atraindo novas vítimas.
Fase 4: Consolidação e Drenagem (Rug Pull)
Quando o volume de capitalização atinge o teto estipulado, os operadores removem
integralmente a liquidez do pool através de funções de controle.
Os ativos são unificados em uma carteira principal de arrecadação (collection wallet) e
dispersados em redes de lavagem de capitais.
4. CONSTATACÕES TÉCNICAS E PROVAS MATERIAIS (CASOS
CONCRETOS)
Durante a auditoria forense realizada em 14 de outubro de 2026, foram
documentados e extraídos os seguintes dados materiais que comprovam a
reiteração do crime:
Caso 1: Token WOOD (Rede Robinhood Chain)
● Dinâmica: Apresentava selo visual verde de conformidade mesmo com
parâmetros de taxas de compra e venda classificados como desconhecidos
(Unknown). Capturou volume financeiro expressivo antes do travamento
operacional.

Caso 2: Token VRAX (Rede Robinhood Chain)
● Endereço do Contrato (CA):
0x94641b97010608c3827fb058074889f19868ff33
● Contrato de Interação de Roteamento:
0xccc88a9d1b4ed6b0eaba998850414b24f1c315be

Comentários (0)